Arquivo de 8 março, 2008

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Primeira Depilação Virilha Cavada

Procurando informações sobre depilação, sobre como seria exatamente uma depilação cavada, faixa, etc. Achei esse texto muito engraçado.  Confira o texto e não vá fazer xixi de tanto rir!! …rs

Fica a minha singela homenagem para nós mulheres!
Feliz Dia Internacional da Mulher!!

Virilha Cavada: Tenta sim! Vai ficar uma beleza!!

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu iria me sentir dez quilos mais leve!! Disseram que meu namorado iria amar!! Eu imaginava que iria doer, porque elas ao menos me avisaram. E encarei o desafio.

- Oi, queria marcar uma depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?
(Espera aí! Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada?! Mas já que era pra fazer, quis fazer direito)
- Cavada mesmo.

Chegou o dia em que perderia dez quilos!
Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba! Vou ficar que nem ela, legal!
Saímos da sala de espera e entrei num longo corredor.
De um lado a parede e, do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, suspiros, conversas, sussurros…. Senti um frio na barriga sem ainda abrir um único botão!!
Chegamos ao nosso cantinho: uma maca cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca.
Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha onde estavam os aparelhos de tortura: uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça… De repente, ela vem com um barbante na mão e amarrou bem forte as laterais da calcinha.
- Quer bem cavada?
- É… Quero sim.

Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail!!

- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco, senão vai doer muito.
- Ah, sim, claro.
(Claro, nada! Não entendia porra nenhuma do que ela fazia! Mas confiei!)

De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e soltando fumaça.

- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada né?! (Ela riu… Que situação!)

E, então, Penélope passou a primeira camada de cera quente na minha virilha virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele do meu corpo tinha saído. Que apenas minha ossada tinha sobrado na maca.
Não tive coragem de olhar.

Achei que havia sangue jorrando até o teto.
Procurei minha bolsa com os olhos cogitando a possibilidade de chamar o serviço de resgate.
Tudo isso buscando me concentrar, para fingir que era tudo suuuupernatural.

Quando me notou roxa, Penélope perguntou se estava tudo bem.
Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo que doesse mais.

- Tudo ótimo. E você?

O processo medieval continuou. A cada puxada, eu tinha vontade de espancar Penélope, tirar o sangue dela.
Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer.
Todas recomendam, porque se cansam de sofrer sozinhas.

- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha; bigode, não!
- Não, lindinha, não estou falando do seu buço! Os lábios dela (apontando para a minha Abigail), aqui, ó!

Não, não, pára tudo! Depilar os tais grandes lábios? Putz, que idéia!
Mas topei. Quem está na maca, tem mais é que se fuder mesmo!

Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação!
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui! Olha de perto!

Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas, completamente debruçadas sobre a sofrida Abigail.
Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. “Me leva daqui, Deus, me teletransporta!” Só voltei à terra quando, entre uns blábláblás, ouvi a palavra pinça.

- Vou dar uma pinçada aqui, porque ficaram uns pelinhos, tá?
- Pode pinçar, está tudo dormente mesmo, tô sentindo nada!

Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça fi-lha-da-pu-ta arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la, arrancar-lhe os olhos. Porém, mal sabia eu que o motivo para isso ainda estava por vir.

- Vamos ficar de lado agora?
- Heeeeeeeeiin??????????
- Deitar de lado, pra fazer a parte cavada.

Pior não podia ficar. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- Segura sua bunda aqui!
- Heeeeeeiiin?????? Como assim????
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda!

Tive vontade de chorar.
Eu não podia ver o que Penélope via.
Mas ela estava de cara para ele, o olho do cú!!!!!!!!!!
Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Neeeem minha ginecologista!
Quis chorar, gritar, peidar na cara dela.

Mas, de repente, fui novamente trazida para a realidade.
Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks.
Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação.
Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu, entre tantos?
E aí me veio o pensamento: “Peraí, tem cabelo lá??!!”
Fui impedida de desfiar o questionamento.
Penélope puxou a cera.
Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só ela arrancou toda e qualquer coisa que existisse ali.
Com certeza, não havia mais nem uma preguinha pra contar a história!
Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces … !!!!!!!
- Vira agora do outro lado.

Caralho!!!? Por que a cadela não arrancou tudo de uma vez só? Virei e, completamente humilhada, segurei a outra “bandinha”. Nesse exato momento, a bruaca da salinha ao lado abre a cortina novamente.
- Penélope, me empresta um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos.
Ninguém ia ver o meu cu tão de perto daquele jeito! Só mesmo Penélope.
E, agora, a vizinha inconveniente.

- Terminamos! Pode virar que vou passar a maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada!
- Tá, passa essa merda logo!
- Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo.
Baixe a calcinha?! Como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho????!!!!!!
Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cú!!
O que seria baixar a calcinha?

- Prontinha! Posso passar um talquinho?
- Pode. Deixa a bicha grisalha!
- Tá linda! Pode namorar muito, agora!

Namorar?… Namorar?! Eu estava com sede de vingança! Queria virar feminista, morrer peluda, protestar, fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.
Acho que, se um dia eu voltar lá, vai ser pra dar na cara dela!!

Veja também: Depilação Masculina: Relatos de um macho peludo




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Quem sou eu?
Hoje não sei quem eu sou, fui dominada pelo MEDO, DEPRESSÃO, ANSIEDADE, AGONIA, CIÚME, SOLIDÃO... isso tudo me sufocou, aumentando meu nervosismo. Oprimida, tive sensações jamais imaginadas, ataquei e neglicenciei as pessoas que mais me amaram, e que mais amo. Minha percepção ficou distorcida, minha mente mais confusa, não senti a verdade nas palavras que ouvia, não enxergava a verdade em lugar nenhum. E desejei ver a verdade, como sempre desejei, mas só que obsessivamente. Gerei mais confusão, e me perdi completamente. Abandonei minha alma, quando deixei a ajuda de lado, e achei por ignorância que sozinha estaria bem, e que o lado espiritual poderia ser cuidado longe de uma igreja. Fui me afastando da luz, e a escuridão tomou completamente. Afoguei, sufoquei, suspirei, todas as vezes que só queria um olhar de misericórdia, que só queria sentir no toque de sua mão um carinho sincero. Mas sua consciencia dizia que um cascudo, um susto, o desprezo, iria me ensinar. Do contrário, iria permanecer assim, e iria morder sua mão. Por fim, mordi sua mão, mesmo assim. E louca estou, mas louca não sou. Procuro por minha sanidade, pela recuperação do meu psíquico. Caminhando sempre em frente. Com os estímulos que vc me deu, quando decepcionado me atacou. Por muito tempo me escondi dos amigos, não quis conversar, me recolhi... esse momento passou. De boa pessoa, me tornei uma pessoa horrível, que vc ajudou. Ou seria, horrível porq vc não me ajudou?! Estou confusa ainda, mas para as pessoas que me conhecem, que sentem carinho e amizade por mim, que conviveram comigo, não me reconheceriam hj. Não me reconheço hj. Para elas, só digo uma coisa: FUI RESGATAR A MINHA VIDA! Ser a "boa pessoa" que sempre fui, ou aprimorar aquela pessoa q vocês conheceram. Vou mudar a vibração do meu espírito, dar educação ao meu pensamento, limpar meus problemas psíquicos. Sorrir novamente, soltar meus cabelos... seguir em frente! Ser mãe novamente, nada +!

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