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Ticiane Pinheiro fala sobre a perda do filho aos cinco meses de gestação e revela

”Eu tento tirar da dor uma coisa boa” Ticiane Pinheiro

Apresentadora fala sobre a perda do filho, Raphael, aos cinco meses de gestação. Ela revela que vai se converter ao judaísmo, religião do marido, Roberto Justus, e que pretende dar ao próximo filho, se for menino, o mesmo nome

”No começo foi muito difícil. Ficava me perguntando: ‘Por que isso aconteceu comigo?‘ Você quer encontrar uma resposta. Mas não gosto que as pessoas sintam pena de mim. Acho que hoje sou mais forte.”É assim, falando sobre sua dor, que Ticiane Pinheiro, 32 anos, se recupera. Ela perdeu o primeiro filho, Raphael, um dia depois de completar a 22ª semana de gestação. ”Foi um horror, um choque”, relembra. Para tentar esquecer, Ticiane e o marido, o publicitário Roberto Justus, 53, seguiram para Miami, Estados Unidos, onde passaram 12 dias - a viagem já estava previamente marcada para comprar o enxoval do menino. Na sexta-feira (1º), dois dias após retornar ao Brasil, a apresentadora da Record recebeu a revista Contigo! em sua casa para falar, com exclusividade, sobre seu sofrimento - e como está dando a volta por cima.

Eu tenho altos e baixos”, assume Ticiane. Compreensível. Na manhã de 13 de julho, um domingo, ela descobriu que o coração do bebê havia parado, após sentir-se mal durante a noite anterior. Precisou ser internada e tomou remédios para induzir contrações. Submeteu-se a um parto normal. ”Todo o processo foi muito difícil. Mas fico pensando que, se meu nenenzinho tivesse vindo ao mundo, sofreria demais com o coraçãozinho fraco”, diz Ticiane.

Para enfrentar a dor da perda do bebê, que nasceria em novembro, a apresentadora se apóia na família e no marido. ”Parece que a gente se uniu bem mais”, reflete a apresentadora, sobre sua relação com Justus. Agora, Ticiane retoma, aos poucos, sua rotina. ”Quando você volta para a realidade é difícil, dá um vazio. Mas assim que meu médico der o aval, a gente vai tentar de novo ter o nosso filhinho. A gente se apóia nisso.” E completa: ”Quero dar o exemplo para as pessoas que perdem bebê. Você pode refazer sua vida e ser feliz”. Confira a entrevista.

Como está se sentido agora, depois de tudo o que passou?
”Eu tenho altos e baixos. Foi muito difícil. Nos primeiros dias, eu chorava muito. Roberto também. Minha mãe (Helô Pinheiro, 65) passou mal quando soube. Meu pai (Fernando, 68) e minhas irmãs (Kiki, 38, Georgeane, 35) sofreram. Era um neném muito desejado. Eu brincava que era o primeiro Garoto de Ipanema porque minhas irmãs têm meninas. Eu queria um menino e Roberto também. Sempre achei que seria mãe de um menino. Então, na hora que aconteceu tudo, o sentimento é inexplicável. Você fica se perguntando por quê? Por que isso aconteceu comigo?”

Até aquela noite você não sentiu nada diferente?
”Nada. Eu estava superbem. Passei o dia inteiro bem. Fui jantar fora. Quando voltei, comecei a sentir uma dor, tipo uma contração. Passava a mão e sentia a barriga dura. Eu achei estranho porque estava doendo, mas era suportável. E tinha um pouquinho de sangramento. Liguei para meu médico desesperada. Era um pouco mais de meia-noite. Ele falou que se começasse a sangrar muito para eu ligar de novo. Como parou, fomos ao consultório só no dia seguinte. Na manhã de domingo, segui para lá e o ultra-som deu que o coração do neném havia parado. Foi um desespero. Aí fomos correndo para o hospital. Foi um horror. Eles me induziram ao parto normal. Eu tomei um monte de remédios na veia para ter as contrações, estava sem dilatação nenhuma. Na segunda-feira estourou a bolsa e eu fui para a sala de cirurgia. O parto durou mais ou menos uma hora.”

O trauma foi maior porque teve de fazer o parto?
”Eu dormi. Não quis ver nada. Mas o trauma maior é passar por todo esse sofrimento de contração, dor, parto normal e não ter o bebê. Toda mulher agüenta a dor do parto, é forte. Mas tem uma recompensa maravilhosa, né? Eu passei por tudo e não tive essa recompensa.”

Você viu o bebezinho?
”Não.”

O médico explicou para você o que aconteceu?
”Ele explicou, mas eu não quis entender. Prefiro acreditar que era para acontecer. O bebê era perfeito. Foi alguma coisa que afetou o coração. Quando fiz o exame morfológico, aos três meses, estava tudo perfeito com meu neném. Eu saí do consultório tão feliz. Até os três meses a gente fica insegura porque sabe que é delicado. Com quatro meses havia umas coisinhas que não estavam formadinhas. Mas nada que a gente fosse pensar que aconteceria o que aconteceu. Eu fazia todos os exames e estava tudo normal. Para mim e para o meu marido foi um choque. Na hora que acontece você acha que vai morrer. Hoje eu me apego às pequenas coisas. Fico pensando que se essa criança tivesse vindo ao mundo ia sofrer demais com o coraçãozinho fraco. Não ia poder jogar bola ou fazer as coisas por causa do coração.”

Você não quer saber o que aconteceu para evitar algo da próxima vez?
”Não porque eu sei que foi uma má formação do feto. Não foi nada comigo. Da próxima vez, se Deus quiser, vem com a saúde perfeita. Meu médico me disse que Roberto é supersaudável e eu também.”

Em algum momento sentiu culpa ou achou que fez algo errado?
”Eu sou muito certinha com tudo em minha vida. Eu me alimentava para o bebê. Por exemplo, odeio verdura e legume, mas comia. Comprei castanha-do-pará por causa do zinco. Parei de fazer musculação. O médico falava que podia, mas eu não queria forçar, passei a gravar em dois dias em vez de um, tentava comer a cada três horas. Algumas pessoas disseram que eu abusei porque dançava o Créu no programa ou tomava café… Tem umas perguntas bobas que passam por sua cabeça, mas meu médico disse que não tem nada a ver. Fiz tudo certo, inclusive o pré-natal. Você quer sempre encontrar um porquê, achar uma resposta. Mas no fundo sei que não é nada disso. Era a formação do meu bebê.”

Houve um caso similar em sua família?
”Minha mãe perdeu um menino antes de mim. Mas também não sei como. Se ele tivesse nascido, eu não estaria aqui. Minha mãe queria ter um menino (Fernando, 30, é o caçula de Helô Pinheiro) e por isso teve quatro filhos.”

Buscou conforto na família?
”No começo eu ficava me mostrando muito forte para minha família. Mas para o meu marido não. Eu chorava toda noite no colo dele, com ele. Mas para meus pais e minhas irmãs queria me mostrar forte para eles pararem de sofrer. Eu acho que fingindo isso, fiquei forte.”

O que Roberto falava quando você chorava?
”Parece que a gente se uniu mais. Durante todo o tempo ele ficou a meu lado, me dando força. Eu sei que ele também estava se mostrando forte pra mim. Por dentro ele estava muito doído. Os filhos dele também sofreram muito, sempre vinham com um presentinho para o irmão. Todo o processo foi muito difícil. Para me dar força, ele queria se mostrar forte. Eu falava para ele chorar e Roberto não queria. Então, disse: ‘Se você não chorar comigo, vai chorar com quem?’ A gente se abraçava e chorava muito. Mas Roberto disse que, se era para o bebê sofrer, Deus só quis aliviar nossa dor.”

Acredita que a relação amadureceu?
”Ele me deu muito carinho. Um cuidou do outro.”

Na viagem a Miami, falaram sobre o assunto?
”Sim, conversamos bastante. Ele me conforta dizendo que daqui a pouquinho a gente vai ter nosso filhinho. A gente vai tentar de novo. Um pediatra amigo da família falou que quanto mais eu falasse do assunto, melhor. Para não ser uma tristeza eterna. Foi muito difícil para nós dois. Agora, a gente quer pensar em coisas boas para atrair coisas boas.”

Você fala muito em Deus, tem religião?
”Eu acredito em tudo o que faz o bem. Fui criada no catolicismo. Mas agora, pelo meu bebê, eu estava estudando o judaísmo porque pretendo me converter. Eu queria que meu filho tivesse uma religião, acreditasse em algo. Acho que ele ia ficar dividido entre escolher entre a religião do pai e a da mãe. Como Roberto é judeu, eu queria que meu filho nascesse em ventre judaico. Acho bonito a família ter uma religião só. Eu sempre acreditei em Deus.”

É o maior trauma de sua vida?
”Com certeza. Eu nunca lidei com a morte tão próxima de mim.”

Tirou uma lição disso tudo?
”Acho que quando Deus fecha uma porta, vai abrir uma janela. Eu acredito nisso. Algo bom está por vir. Não desisti do meu sonho. Meu filho vai nascer, vai vir saudável. Eu tento tirar da dor uma coisa boa. A vida tem tropeços. Eu fui para o fundo do poço nessa minha dor. De repente, se o neném viesse ao mundo iria sofrer. Isso é o que me dá força. Eu tirei forças não sei de onde. Acho que hoje sou uma pessoa mais forte. Não sabia que tinha essa força. Na semana que fiquei mal, eu não queria sair de casa. Eu me tranquei. Fui só até a casa da Melissa (Wilmam, mulher do apresentador Otávio Mesquita) que é minha melhor amiga e mora superperto.”

O que foi mais difícil superar?
”À noite, às vezes, me dá um vazio. Grávida, você tem um companheirinho dentro de você. Eu não cheguei a sentir o bebê se mexer. E queria muito isso, para me sentir mãe. Eu não tive esse privilégio de sentir, teria só a partir dos seis meses. Acho que, por outro lado, foi melhor… É claro que a gente já tem uma ligação, o bebê está dentro da sua barriga. Quando eu perdi, senti um vazio muito grande. Grávida, eu não estava mais sozinha, nem na vida nem dentro de mim. Hoje eu sinto um vazio, geralmente no fim da tarde. Caiu a noite, fico pior… Agora já estou superando.’

Quais os planos para voltar a engravidar?
“A gente vai deixar rolar, ver o que acontece. Assim que o médico der o aval, não vou evitar. Roberto quer muito. A gente quer duas vezes mais agora. Antigamente, Roberto brincava que teria o filho por mim, pois ele já tem três (Ricardo, 25, Fabiana, 21, do casamento com Sasha Chryzman, e Luiza, 15, da união com Gisela Prochaska). Hoje ele fala que quer por nós. A vontade dele é muito maior. Ele estava muito feliz em ser pai novamente. Mas agora, com tudo isso que passamos, o bebê que virá será ainda mais desejado. Mas não estou superansiosa em engravidar, apesar de amar se estivesse esperando um bebê de novo. É uma sensação muito gostosa, a gente se acha mais bonita, se sente protegida. É muito legal ver a barriga crescendo.”

Se for menino, pretende colocar o mesmo nome?
“Sim. Raphael era o nome dele. Ele vai voltar e eu acho que vou pôr o mesmo nome. Conversei com Roberto e ele quer também. Ele virou um anjinho e está me protegendo. Eu quero homenageá-lo. Acho o nome lindo. Quando eu soube o significado, que é ”Deus cura”, não quis mais mudar. Se for menina, vamos pensar.”

O que fez com os presentes que ganhou?
”Todos os presentes que ganhei (para o bebê), guardei. Ainda não tinha feito o quarto, então só tenho as roupinhas. Guardei e pronto. Nesta semana recebi um presente que veio de Fortaleza. Eu abro e guardo. Não fico remexendo. Eu senti toda a dor que tinha de sentir. Não gosto de ficar em depressão. Eu não sei de onde tiro essa força, mas acho que é porque tenho muito amor em volta de mim, até de pessoas que não me conhecem pessoalmente.”

Como tem feito para superar ”o vazio no fim de tarde”?
”Eu não gosto de ficar sozinha, adoro gente. Antes tinha alguém comigo, uma companhia. E faltava pouquinho para ele chegar… Parecia que ele me protegia. Retornar para a realidade foi difícil. Eu fui ao cabeleireiro e as pessoas comentaram, deu uma tristeza… Mas agora eu já abro um sorriso quando a pessoa vem falar. Não tenho mais lágrimas. Já chorei todas.”

FONTE: Revista Contigo por Jacyara Azevedo.

Veja também: Ticiane Pinheiro perde bebê de Roberto Justus aos 5 meses de gestação

[FELICIDADE] Nasce filha de Ticiane Pinheiro com Roberto Justus

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26 Responses to “Ticiane Pinheiro fala sobre a perda do filho aos cinco meses de gestação e revela”


  1. 7 de abril de 2014 às 12:41

    oi tici a minha historia e tipo a sua so que a minha e uma historia de superaçao meu bebe nasceu com 3 meses de gestaçao eu ate fiz um video a mao dele era muito pequena ele tinha menos que 30 centimetros era minusculo ele nao morreu mas eu queria te dar o total apoio eu tive outras 2 gravideses uma era uma menina e eu perdi ela com 1 mes e meio de gestaçao a outra era gemeos e um morreu e outro sobreviveu por apenas 30 minutos estou triste ainda não foi tao recente a perda mas ainda doi o coraçao

    tento esquecer pois não tem como filho e filho nao tem como mas sei que os 3 que eu perdi estarão no ceu observando por mim me guiando e me protegendo agora eu vi que vc engravidou e teve uma menina parabens pois ela e linda nao queria falar disso mas ela nasceu com problemas na ossatura do rosto desculap tocar no assunto mas demorou tanto e quando veio veio assim nao estou falando mal mas deus sabe o que faz e as vezes ele chega ao estremo mas foi pro nosso bem ja imaginou algum perder 3 filhos de um so vez aqui estou eu a prova viva disso eu sei que vc colocou o nome dela de rafaella porque ia ser o nome do sou menino não é

    bjuss espero que leia essa mensagen

    mas lembre-e o sue meninho esta olhando por vcs la do céu ele deve ser um anjo lindo bjuss e ate mais

  2. 28 de fevereiro de 2014 às 14:44

    eu engravidei e descobri com 2 meses já de gravidez, só que minha barriga tava enorme, comecei a fazer pré-natal tudo certinho quando eu fiz a ultrassom o médico disse que não dava pra saber o sexo, mas quando eu vi, eu ouvi o coraçãozinho eu senti que era uma menina e eu bati o pé, o médico me informou que eu estava com 3 meses e meio ja, só que minha barriga parecia de 5 pra 6 meses de tão grande que tava, e minha pressão só andava alta, e eu todo dia brigava com meu ex o papai da bebe, quando foi dia 21 de janeiro para o dia 22 eu pedi dinheiro a ele para comprar as coisas da bebe que ai eu já tinha completado 21 semanas de gestação e eu comecei sentir umas dores como se fosse dor de barriga, ai eu chamei minha mãe e disse, e comecei a sentir um pouco de falta de ar, ai a dor foi aumentando e eu pensei que fosse a infecção urinária, então fui ao banheiro quando eu fiz força pq deu uma dor de barriga também, ai a bolsa estourou, e começo a sangrar um pouquinho só, ai minhas pernas travo, e eu suandoooo demais, tiveram que me carregar no colo, e eu perdi minhas forças até a do braço, tava mole já, quando me levaram para a sala de parto normal, que fizeram exame de tock ai o médico disse que era pélvia que eu estava perdendo e que a bebe já tava bem embaixo, ai eu senti ela descer ai foi que eu falei com o doutor que ela estava nascendo, na hora eu não quis ver, mas depois eu pedi pra ver e me mostrou eu não tive nem lágrimas, porque eu não acreditava, mas depois que eu fiquei internada eu não ficava no quarto com aquele monte de mãe com sua filhas e filhos e eu sem a minha, doía, eu não dormi eu só ficava na recepção dos enfermeiros para poder ver minha filha novamente mas não podia pq ela já estava no congelador, ela nasceu com 33 cm, 330g, então por ela ter menos de meio quilo não pude registrar e nem fazer o enterro, doí muito, mas fé em Deus ele vai mandar ela de volta pra mim!

  3. 3 Angélica
    16 de fevereiro de 2014 às 21:55

    O dia mais triste da minha vida, 13/02/2014, estava com 32 Semanas e até ai estava super normal, fui na minha consulta de rotina, sentia minha Cecília mexendo pouco pq estava encaixada e o apenas seu corpo e movia de um lado e para o outro (mas era pelo liquido), tive a consulta normal estava extremamente feliz pq iria tirar minhas fotos e até que o médico foi escutar o coração e não tinha som e não tinha… tinha parado! Meus Deus que sofrimento, tristeza, fiquei em estado de choque… fizemos uma cesária no mesmo dia, estamos abaladíssimos, nossa primeira filha, tão desejada, tão amada, tudo pronto pra sua chegada e aconteceu isso. Que dor, espero que possa passar logo!!!
    E que Deus nos projeta e alivie essa dor…

  4. 4 Anderson Fieldkircher
    6 de novembro de 2013 às 16:42

    Dia 5/11/2013. O pior dia da minha vida e da minha esposa Cintya ,nósaa bebe estava com 32 semanas pronta pra fazermos o ultimo ultra som da placenta quatro dias antes ouvimos o coraçaozinho dela e estava normal,mais quandoo fomos fazer o ultrasson nao tinha sinal de vida nao acreditava naquilo depois de ouvirmos o coraçao dela ele parou
    Tive que fazer o enterro dela con a roupinha que comprei de saida de maternidade.foi triste eu pedi pra ver o rostinho dela estava inteirinha normal com 38 cm e 1580gm quase morri de tristeza mais estou dando todo meu apoio a minha mulher que esta abadissima

  5. 5 denise
    31 de outubro de 2013 às 10:34

    eu estava gravida de 37 semanas e com muitas contraçoes sem dor, fui numa quarta feira ao hospital estava com 3 dedos de dilataçao fizeram uma ecografia para ver o bebe e me mandaram pra casa e so voltar quando tivesse contraçoes de 5 em 5 min e com dor, pois bem no dia seguinte continuavam as contraçoes e fui em outro hospital, novamente o medico me examinou fez uma eco e me mandou pra casa e so voltar quando viesse mas dores, na sexta pela manha tinha consulta de pre natal, minha medica ouviu o coraçao e disse que estava tudo bem, minha bebe nao se mexeu o resto do dia, achei que ela dormira, e na manha de sabado quando eu acordei ela pulava na minha barriga, fiquei aliviada pois vi que estava tudo bem, porem no resto do dia nao mexeu no domingo acordei deprimida passei o dia na cama, segunda tambem e nao entendia o porque na terça a noite pedi pra meu marido me levar ao hospital chegando la foi feita uma eco que mostrou que minha alana tao desejada havia morrido, como tinha muitas contraçoes sem dor achava que ela se mexia e eu nao percebia li na net que perto de nascer os bebes mexem pouco e como os medicos me diziam para voltar la quando viessem as dores nao voltei, hj fazem 8 dias que perdi minha alana e nao tenho uma explicaçao pois ia tudo bem, so deus mesmo. é duro passar por todo um trabalho de parto e sair com as maos vazias, mas tenho fe que deus vaime mandar ela de novo.

  6. 6 Cláudia
    13 de julho de 2013 às 09:02

    Olá, estou lendo os depoimentos, quanta tristeza e sofrimento, peço a Deus que olhe por essas mães e pelos anjinhos em nome de Jesus, amém, força e fé pra vocês.

  7. 7 Raquel
    10 de julho de 2013 às 14:57

    oi gente, Boa tarde no dia 20 de janeiro de 2013 foi um dos dia mais difíceis da minha vida eu estava gravida de 40 semanas e quando chegou a tarde eu fiquei preocupada que o meu bebê ainda não havia mexido até aquela hora e resolvi ir até o hospital e reparei que a minha barriga estava muito dura e quando cheguei lá não conseguiam escutar o coraçãozinho dele de jeito algum e quando fiz a ultra-som confirmou que ele estava morto fiquei desesperada. me veio a lembrança de quando eu tinha 18 para 19 anos que eu tive uma menina linda que se chamava RAiANA ela nasceu de 7 meses e depois de 2 meses de vida ela faleceu.achei que eu iria enlouquecer no dia 21 de janeiro de 2013 tentaram induzir mais não deu fui para sala fazer uma cessaria.o mais triste é que eu sou casada e meu esposo não tem nenhum filho o sonho dele é ser pai.eu tenho um filho de 13 anos que se chama Rafael ele é a razão do meu viver.
    Mais eu creio no Deus que eu sirvo que a minha benção vai chegar Deus sabe de todas as coisas tudo tem a sua hora e o sue tempo.

  8. 8 rosemahyraluz@yahoo.com.br
    29 de abril de 2013 às 02:27

    como é dificil este planeta.a 20 dias com 36 anos perdi um nenem o coraçao parou,ele tinha 25 semanas.minha primeira gestaçao,nossos anjinhos estam com jesus
    força

  9. 9 Maria Clara
    26 de abril de 2013 às 11:32

    Eu também acabo de passar pela mesma historia de quase todas voces… Tem uma semana que perdi minha linda filha Maria Eduarda. Até 24 semanas estava tudo bem, passei mal em uma madrugada com dor no estomago e ao chegar no hospital viram que a pressão estava alta. Duas semanas depois, queixei com o medico que minha barriga era pequena e cada dia parecia estar mais pequena. Um ultrason veio informar que minha placenta foi mau implantada e minha filha estava com restrição de crescimento apenas 500 gr. Bom, passei as ultimas 4 semanas esperando a morte dela, cada semana o ultrason mostrava o quadro piorando dela, até na ultima semana ela ter tido insuficiencia cardiaca e derramamento pleural. A indução do parto durou 29 horas, sofri horrores e o pior sem ter minha linda. Sai do hospital com a sensação de ter deixado um pedaço de mim para traz. O vazio, a dor, a tristeza me acompanha. Graças a Deus tenho um marido muito companheiro e uma familia maravilhosa. É isso que nos faz segui. Que todas voces possam orar por nós.

  10. 10 vanessa
    14 de abril de 2013 às 17:30

    dia 03 de abril de 2013 dia mais triste da minha vida minha bolsa rompeu pela manha estava entrando no quinto mes de gestaçao de gemeos meu caiuby e meu kaue meu grandes amores da minha vida so quem se perde um filho sabe a dor e o amor que sentimos que e incomparavel em fim… fui imediatamente pro hospital tive contraçoes e eles nascero vivo mais nao sobrevivero nunca mais vo me esqueçe desse choque emocional que me aconteceu eles eram tao desejados amados o quartinho deles chegava no mesmo dia que a bolsa estou ainda sofrendo muito mais quando a gente se apega em deus agente pode ate nao entender o que nos acontece mais agente acha um motivo pra fazer vela alguma coisa na nossa sofrida vida eu por exemplo estou sofrendo muito mais começo amanha um curso de enfermagem um dia vai ter alguem passando pelo que eu passei nesse momento e eu serei a pessoa que contarei minha historia e irei diser que eles vem na nossa vida por uma razao sim para serem amados se sentir amados nos dar uma liçao e fazer nos nos tornarmos mais fortes e que era a missao deles vir fica conosco na quele tempo e depois seguir o caminho ao lado de deus
    e deixar nos aqui sofrendo para que encontre o nosso caminho…… vo supera tudo isso e vo me tornar uma pessoa mais forte mais nunca irei esquecer meus primeiros filinhos que se tornaram anjinhos caiuby e kaue amores da minha vida sempre serao eternos no meu coraçao jamais irei esquece-los ate o meu ultimo suspiro…..e um amor tao grande que so quem sente sabe explicar mais posso dizer por esperiencia propia nunca amei ninguem como os amo e nunca sofre tanto por uma perda como sofri com a perda deles …….

  11. 11 Claudia
    13 de novembro de 2012 às 22:45

    Eu passei por isso a sete meses atrás, estava de 29 semanas (quase 07 meses de gestação), senti na noite de 7 de abril de 2012 fortes dores na coluna lombar e muita falta de ar,liguei para o médico, ele disse para tomar ibuprofeno, não quiz me examinar, no outro dia ela mexia pouco e só no dia 09 consegui fazer ultrasson, não sentia nem dor, nem ela mexer, nada….quando o médico na ultra disse q ela estava sem vida, meu mundo caiu! Estava praticamanete sem liquido amniótico, sem ter visto vazar liquido, algo inexplicável, pois ha cinco dias antes, os exames deram todos normais!
    Sofri 12 horas na indução do parto e tive choque anafilático, quase morri, depois todo o sofrimento de velar a minha princesina “Maria Victória”, era tão linda , tão perfeita, nascera com 1 quilo e 200 gramas, uma criança tao desejada , linda, perfeita, ela nasceria prematura, foi negligencia medica mesmo!!!
    Me sinto culpada e culpo meu marido por n`ao termos procurado socorro medico naquela noite em qualquer hospital que fosse….Tenho fortes dores de cabeca quase todos os dias, tenho vontade de ter outro filho, ao mesmo tempo tenho muito medo, o trauma de enterrar minha filhinha nunca sair’a da minha mente, faco acompanhamento psiqui’atrico e psicol’ogico, estou melhor. mas nunca vou entender prq tive que passar por esse sofrimento horr’ivel!!!!
    O enxoval dela esta guardado, nao tenho coragem nem de dar, vender, desfazer, nada….Minha cunhada trouxe dos Estados Unidos, minha sogra bordou todas as toalhas com o nome dela, meu Deus, como e dif’icl essa vida!!!!

  12. 12 francieli
    21 de julho de 2012 às 18:54

    Oi, eu estava grávida de 8 meses e meio, já ia marcar a cesária, fiz um alegre chá de bebê, e logo após ,naquela noite tive as dores horríveis do parto normal ,em minha cidade não tinha obstetra viajei uma hora com a bolsa estourada e com muita dor, porém o bebê estava sentado, e faleceu, vocês bem sabem como é triste, hoje faz quase seis meses, marquei consulta para saber se a cesária cicatrizou e se já posso engravidar muitas vezes aqueles fleches me atormentam, a sensação é de que algo ruim vai acontecer, tenho medo,foi um trauma, mas sei que devo confiar em Deus , meu filho era antes de tudo dele, e seja feita sua vontade, isso é que me fortalece aceitar o fato como vontade divina, e não como tragédia, por mim e pelos que me amam vou tentar novamente , nós merecemos ser felizes, não vamos fazer da tristeza mais cortante ainda, pois se estamos aqui temos uma jornada que deve ser cumprida com amor, fé, perseverança,e alegria, deus jamais gostaria de nos ver infelizes, fatos como estes vem a nos ensinar a ter humildade e coragem , mas estar viva significa que somos úteis.

  13. 13 uamm@bol.com.br
    22 de abril de 2012 às 21:00

    olá, tb aconteceu comigo, estava com 6 meses incompletos, o liquido aminiotico diminuiu muito praticamente secou a minha filinha estava perfeitinha não tinha nada, fiquei internado uns 5 dias para tentar aumentar o liquido ela mexia e eu entrei em desespero, mas depois do quinto dia ela não aguentou o lilquido não aumentou ela faleceu, tive parto normal 28 horas a medica me deixou sofrer. mas com este depoimento da ticiane e outras mulheres, eu estou conseguindo ficar mais forte. Deus sabe todas as coisas, nos somos maes especiais pois nos esconheram para ficar so um pouquinho e comple tar sua missao e voltaram para ficar com o nosso pai. bjs….

  14. 14 Luisa
    27 de março de 2012 às 14:14

    Aconteceu-me quase a mesma coisa já tinha 5 mes qdo a minha bolsa de agua rebentou fui ao hospital e os medicos dizeram que eu iria ter os bebes o meu coraçao batia mto foi uma sensaçao terrivel, levaram-me para a sala do parto onde uma prima minhaque estava naquele hospital a fazer estagio me acompanhou saiu-me a minha primeira criança era um rapaz mas nasceu já morto mas o outro ainda saiu vivo, limparam-me e qdo estavam a levar-me para o quarto pedi a minha prima [ ANA SOFIA] para ir ver os meus bebes qdo cheguei lá ainda o meu bebe estava vivo fiquei com ele ate ele dar o seu ultimo suspiro queria pegar-lhe mas o medico nao me deixou, depois levaram-me para o quarto e chorei a noite inteira, ja sentia os meus bebes a mexerem e naquela noite ja nao os tinham, os medicos do meu pais nunca deram-me um explicaçao do que aconteceram e deram a minima importancia para o outro bebe que estava vivo simplismente o deixaram morrer ainda nao acostumei com a ausencia deles e fico a perguntar: porque eu? pq eles nao ficaram comigo? para mtas pessoas dizer que é normal que dps vem outro mas para mim nao foi eu quem sentiu a dor e ainda sinto ma fez um mes e algus dias que esta tragedia aconteceu mas ainda choro todas as noites mas acho que vai passar que Deus me dara outra oportunidade porque todos nós merecemos ser feliz

  15. 16 Juliana Brito
    20 de junho de 2011 às 15:05

    é , como é dificil perder um filho . No mês de maio eu perdi o meu menininho também. Pedro, era perfeito, tá muito dificil de superar, está mt recente mais eu tento não lembrar. eu estava com 6 meses de gestação , mas eu quiz ver era lindo ! mas fazer oqê Deus quiz assim .

  16. 17 Thamiris menezes
    8 de agosto de 2010 às 00:02

    Tici, eu tb pssei por isso. so que eu estva de 8 meses e alguns dias…
    foi difici pra toda familia. tive ela sozinha na cama e de parto normal tb assim como vc eles e deram uma porçao de remedios. so que no meu caso foi falta de assistencia medica, a minha bebe passou da hora de nascer, cheguei com 2 de dilataçao e eles no fizeram o meu parto.
    chorei e choro todas as noites,mas sei que ela ta la no ceu no firmamento me guiando e me protegendo sempre e eternamente. e na hora que o medico tava me dando os pontos, pois peguei 13 pontos… ele perguntou como eu tava, a unica coisa que eu falei foi que BEM,…
    eu fui no cemiterio a unica vontde minha so era cavar e tirar a minha bebe de dentro da terra, afff………. é uma forte dor
    mas tb estou superando e quero logo, logo engravidr novamente, e so tem 4 meses que eu pssei por isso, mais navejo a hora de ver a minha barriga crescendo novamente.
    força e fe em Deus

  17. 18 mariana conceição
    5 de novembro de 2009 às 14:49

    oi tici meu nome é maria eu está aconpanhando sua gravidez pelo hoje em dia e fique muito abalada mais pensei q tudo iria da certo
    meu nome é mariana tenho 18 anos estava gravida de 3 meses fui fazer uma ultra som a primeira,
    mais na ultra som deu q o feto só tinha dois meses e meio achei estrano mais o medico q fez a ultra som disse q tava tudo bem, pois minha medica dizia q era para mim está de 3 meses completo,dois dias depois da ultra som sentir uma dor muito forte mais passageira logo foi embora,mais tarde começou a sagra corri para o hospital lá o medico disse q iria tentar escutar o coração do nenem mais se ele ñ conseguise ñ precisaria ficar preucupada pois o bb era muito novo, como ele esperava ñ escultou o coração e medeu medicamentos para dor e falou para voutar no outro dia e fazer uma ultra som novamente.
    no dia seguinte lá está eu fando a ultra som meu marido tmb foi comigo e a medica me disse q o coração do bb tinha parado de bater, eu e meu marido entramos em dessesperto comessamos a chorar e foi providenciada minha enternação para tirar e passei por tudo q vc citou.
    mais depois de dias pensei como vc se DEUS quis assim, assim q seria para ser hoje está com póuco mais de um mes q isso aconteceu,mais sofro todos os dias, já tinah a até começado a granhar presestes
    mais estou tentando superar.
    adorei muito ler oq vc falou pois agora tenho mais forças para lutar e espero q eu dia vc veja oq escrevi

  18. 19 Joelma
    9 de outubro de 2009 às 00:39

    olá! comigo aconteceu a mesma coisa,só que eu estava de tres meses e meio,atráves de um ultrassom descobri que o coração do meu bebe tinha parado,fiquei quatro dias com o feto morto dentro de mim,quaze morri e só Deus sabe oque passei,tentei por muitos anos engravidar novamente,e só hoje sete anos depois consegui,hoje sou muito feliz com minha familia,tenho uma filha linda de oito meses se chama Maria Eduarda.bjs e felicidades….

  19. 20 SINTIA CAPELINE
    28 de agosto de 2009 às 10:28

    ESTOU GRAVIDA DE 5 MESES E ME EMOCIONEI MUITO AO VER SUA ENTREVISTA,AS VEZES SINTO UM VAZIO E FICO ME PERGUNTANDO SE ERA HORA DE ENGRAVIDAR,VENDO VOCÊ ME SINTO FORTALESIDA A SEGUIR EM FRENTE COM MUITO AMOR COM MINHA FILHA(MARIANA,PARABÉNS VOCÊ É UM EXEMPLO…CHOROS….

  20. 21 Janaina Barreto
    21 de junho de 2009 às 22:33

    Ticiane foi edificante pra mim ler sua entrevista, me encorajou muito, pois passei por isso também, sua história é bem parecida com a minha, me identifiquei bastante com você. Estou preparando-me psicologicamente e fisicamente para uma próxima tentativa de engravidar. Que Deus nos abençõe. Quem sabe um dia… o seu Raphael não vai conhecer o meu Matheus. Bjos.
    Dedico a você essa música de Jamilly
    O impossível
    É pra quem não tem um sonho
    E não crê que pela fé tudo é capaz
    Inalcançável
    É pra quem não tem o dom
    De transformar desejos em pontes pra chegar
    Diga pra vida eu sou mais eu
    Diga pro alvo aí vou eu
    Flecha veloz nas mãos de Deus
    Vá em frente o mundo é seu
    Pois é a fé que faz o herói
    Olha pra dentro de você
    Só realiza quem constrói
    A gente nasce pra vencer
    Imbatível
    É quem faz de cada luta
    Um degrau pra fortalezas alcançar
    Invencível
    É quem nem pensa em desistir
    Faz dos espinhos trampolins pra chegar lá
    O pódio é sim o teu lugar
    Mira no alvo então pra conquistar
    O pódio é sim o teu lugar
    Seja a flecha que vai a um lugar ao sol

  21. 22 juliana zacarias lú dias
    12 de junho de 2009 às 19:20

    OLÁ TICIANE CONSEGUI O SEU SITE É QUERO LHE CONTAR ALGO QUANDO VC ESTAVA GRAVIDA DO PRIFMEIRO FILHO MINHAA CUNHADA ARIANE TAMBEM ESTAVA SOM O MESMO TEMPO GESTACIONAL QUE VC TAMBEM ERA UM MENINO É OCORREU COM ELA O MESMO QUE VC AO FAZER UMA ULTRASSOM DETECTARAM QUE O BEBE ESTAVA MORTO DEVIDO UMA PARADA CARDIACA FOI MUITO DIFICIL POIS TAMBEM ESTAVA GRAVIDA E SOFRI MUITO COM ELA MAS AGORA POR UMA NOVA COINCIDENCIA DO DESTINO ELA ESTA GRAVIDA NOVAMENTE COMO VC DE UMA MENINA QUE IRA SE CHAMAR KAYLANNE NICOLLE PREVISTA PARA NASCER NO DIA 31/07 COMO PODE PESSOAS TAO DIFERENTES MORANDO EM LUGARES DIFERENTES COM HISTORIA IGUAIS QUE DEUS ABENÇOE

  22. 23 de maio de 2009 às 14:51

    tdo bem ticiane,agora acredito que vcs estejam muito felizes…..aqui em casa passamospor uma experiencia semelhante a sua,minha irmã com 5 meses,ao fazer um xame de rotina ficou sabendo que o coração do nene havia parado,que choque…A primeira pessoa a ser comunicada fuieu,logo lembrei de vc,o dificil é todo tramite para o aborto acontecer,que dor no coração.Sabe hoje os medicos falam coisas assustadora,mas acho legal qdo vc comenta que não quis saber o que ocasionou esse incidente.Agora ela está fazendo os exames e se tdo der certo logo teremos outro bebe.O anjinho que se foi era a Guilia,mas vale ressaltar que continuamos a esperar.Boa sorte em seu parto e fique com Deus

  23. 24 karla
    25 de fevereiro de 2009 às 21:14

    Boa noite,
    Estou passando por essa perda recentemente. Mas eu já estava com quase 8 meses e ao fazer a ultrasonografia deu que o coração dele havia parado.
    Também era um menino e iria se chamar Gustavo. Estava tudo pronto, mala da maternidade e tudo.
    Como superar tudo isso? Só fazem 10 dias e meu coração ainda está em pedaços.
    Karla

  24. 25 luciana
    15 de agosto de 2008 às 18:02

    olá… tici quero dizer que aconteceu comigo a mesma coisa, eu estava de 4 meses e meio, o coraçao do meu bebe parou; foi muita dor pra mim, era um menino tbm… mas depois de um ano eu estou gravida de novo e é um menino. Deus vai dar outro pra vc logo logo, que Deus de abençoe!


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Quem sou eu?
Aspiro com o dia em que não incomodarei as pessoas com minha sinceridade. No dia em que as pessoas não terão medo e nem vergonha de expor sua essência – dizer o que realmente pensam e querem. O fim da hipocrisia, do sujeito oblíquo. Com calma caminho em busca de um futuro melhor, e não espero por coisas fáceis. Sou chata, brega, amiga, leal, fiel, prestativa, distraída, esquecida, impulsiva, falante, extravagante, extrovertida, medrosa, extremamente ansiosa, normalmente curiosa e tolerante, as vezes envergonhada. Mensageira da esperança, da palavra amiga. Admiro quem anda sozinho, mas não consigo. Fico feliz quando vejo um sorriso, quando o sonho se torna realidade mesmo q não seja meu. Satisfeita ao ver um casal de velhinhos em um restaurante, de mãos dadas. Choro quando assisto TV, quando sofro decepção, quando decepciono alguém e por saber que o mal está solto. Mas tranquila e muito feliz por saber que acima de tudo Deus existe, que é Amor, Justo, Fiel, Onipotente e Onipresente. Não tenho a família de meus sonhos, porém tenho força de vontade para criar uma, todos os passos são cuidadosamente analizados e percebo hoje que estou em uma posição muito a frente dos meus sonhos mais simples. Com a Graça de Deus Celestial. E com a certeza que Deus nunca me abandonou! Com a benção Dele, sinto que realizarei e viverei mais que sonhos. Desejo ver meus filhos crescer e que sejam felizes, ter mais filhos e adotar quando possível. Quero uma família grande, unida e repleta de paz e amor. Desejo que as pessoas conheçam a Paz, o Amor e o Poder que somente nosso Deus tem e pode nos dar. Desejo uma casa, no quintal: animais e um pé de jambo. Bem longe do Rio de Janeiro. Mas Deus sabe o que é melhor para mim. Afinal, sou mais que uma vencedora! Fui escolhida em uma corrida de milhões, fui vitoriosa e gerada. Gerei filhos saudáveis e lindos, perfeitos aos olhos de Deus, aos meus olhos... e verdadeiros Presentes Divinos em minha vida.

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