Responsabilidade Afetiva
“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”
[Antoine de Saint-Exupéry]
[Antoine de Saint-Exupéry]
PROFESSOR: O que devo fazer para repartir 11 batatas para 7 pessoas?
Aluno: Purê de batata, senhor professor!
PROFESSOR:- Joaquim, diga o presente do indicativo do verbo caminhar.
Aluno:- Eu caminho… tu caminhas… ele caminha…
PROFESSOR: – Mais depressa!
Aluno :- Nós corremos, vós correis, eles correm!
PROFESSOR: “Chovia” que tempo é?
Aluno: É tempo ruim, senhor.
PROFESSOR: Quantos corações nós temos?
Aluno: Dois!
PROFESSOR: Dois!?
Aluno: Sim, o meu e o seu!
PROFESSOR: Por que vocês dois chegaram atrasados?
1º Aluno: Acordei tarde! Sonhei que fui à Polinésia e a viagem demorou muito.
2º Aluno: E eu fui esperá-lo no aeroporto!
PROFESSOR: Diga o nome de cinco coisas que contenha leite…
Aluno: Um queijo e quatro vacas.
PROFESSOR: Em direito, o que é uma fraude?
Aluno: É o que o Professor está fazendo.
PROFESSOR: Ora essa, explique-se…
Aluno: Segundo o Código Penal comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar!
PROFESSOR: Maria, aponte no mapa onde fica a América do Norte.
Aluno: Aqui está.
PROFESSOR: Correto. Agora turma, quem descobriu a América?
Alunos: A Maria.
PROFESSOR: Joãozinho, me diga sinceramente, você ora antes de cada refeição?
Aluno: Não professor, não preciso… A minha mãe é uma boa cozinheira.
PROFESSOR: Artur, a sua redação “O Meu Cão” é exatamente igual à do seu irmão. Você copiou?
Aluno: Não, professor. O cão é que é o mesmo.
PROFESSOR: Bruno, que nome se dá a uma pessoa que continua a falar, mesmo quando os outros não estão interessados?
Aluno: Professor…

Foi um momento
O em que pousaste
Sobre o meu braço,
Num movimento
Mais de cansaço
Que pensamento,
A tua mão
E a retiraste.
Senti ou não?
Não sei. Mas lembro
E sinto ainda
Qualquer memória
Fixa e corpórea
Onde pousaste
A mão que teve
Qualquer sentido
Incompreendido,
Mas tão de leve!…
Tudo isto é nada,
Mas numa estrada
Como é a vida
Há uma coisa
Incompreendida…
Sei eu se quando
A tua mão
Senti pousando
Sobre o meu braço,
E um pouco, um pouco,
No coração,
Não houve um ritmo
Novo no espaço?
Como se tu,
Sem o querer,
Em mim tocasses
Para dizer
Qualquer mistério,
Súbito e etéreo,
Que nem soubesses
Que tinha ser.
Assim a brisa
Nos ramos diz
Sem o saber
Uma imprecisa
Coisa feliz.
→ If you will not share the blame, I deserve to see your face again
→ Se você não compartilhar a culpa, eu mereço ver seu rosto de novo
◊ Veja também: [AMAR E SER AMADO] Sentir-se feliz com o ser amado, mas não sentir-se capaz de retribuir a felicidade e não é por falta de amor