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[Caso Eloá e Nayara] Textos de Pedro Diedrichs e Paulo Moreira Leite relatam o seqüestro que comoveu o país

Textos dos jornalistas Pedro Diedrichs (editor do jornal Vanguarda, de Guanambi – Bahia) e Paulo Moreira Leite (Diretor da Sucursal de Brasília da revista ÉPOCA; Colunista da Revista Época) sobre o caso Eloá e Nayara, seqüestradas em Santo André – SP.

→ A polícia não teve “carma”! – Texto de PEDRO DIEDRICHS

O conceito de “carma” existe em muitas culturas, especialmente por toda a Ásia, e é freqüentemente incompreendido. Em nosso Brasil me parece que os mineirinhos e os paulistas do interior disputam entre eles que tem mais “carma”, pois se vamos atravessar a Rodovia Fernão Dias fora da passarela lá vem um ou outro pedindo “carma”. Se vamos usar nosso livre arbítrio tentado o suicídio, por exemplo, lá vem o pedido de “carma”, igualmente em véspera de eleições; “carma” escolha bem o candidato! Mas deixando de lado o humor, afinal o que é “carma”?

Um termo quase sempre usado para convencer os desprivilegiados da sociedade a aceitar suas situações desafortunadas na vida, como sendo decorrentes de sua própria criação. Ao aceitar seus destinos predeterminados, eles se resignarão às disparidades sociais. Em sânscrito, “carma” significa ato, oração. Originalmente isto significa trabalho ou função e é relacionado a palavras fazer ou produzir. No budismo, “carma” refere-se às nossas ações, ou causas, criadas através de nossos pensamentos, palavras e comportamento.

Mas se assim fosse não haveria razão de se prender, julgar e fazer cumprir pena a um seqüestrador, por exemplo. O jovem tresloucado Lindenberg estaria absolvido de seu crime, pois morrer teria sido o “carma” de Eloá. E muitos no episódio do mais longo seqüestro no cenário policial brasileiro, curiós que se amontoam e não percebem que mais atrapalham do que somam, e volta e meia atribuíam ao “carma” daquela adolescente o sofrimento pelo qual estava passando. Dentro do conceito budista de isto acontece por nossos “pensamentos, palavras e comportamentos” têm ai uma explicação!

O comportamento de Eloá extraindo do noticiário o que presta, se verifica que a menina teve um comportamento na convencional para sua idade, em que a maioria ainda não se esqueceu das bonecas. Dizem que o fruto que demora a amadurecer demora mais a apodrecer! Eloá madureceu rápido e como em um flash passou um curto espaço de tempo, onde viveu infância, adolescência e juventude. Não envelheceu, não caiu do galho como as frutas que já estão no ponto, a derrubaram com um tiro a partir da insana idéia de Lindenberg, de que tudo era seu.

A imprensa havida em oferecer emoções aos telespectadores só faltou colocar no ar comerciais criados pelo marketing, especialmente para o momento: “Estamos transmitindo diretamente, por oferecimento da Funerária Caminho do Céu!”, poderia acontecer se mais dias demorasse o seqüestro. Como se o “carma” dos telespectadores fosse ouvir tanta besteira, elas vieram em profusão. Além do que, a imprensa com tantas entrevistas ao vivo através do celular de Lindenberg, fez com que ele se sentisse um super-herói. Mas, trocando em miúdos o final trágico; dizem faltou “carma” aos policiais que invadiram precipitadamente o apartamento.

Seu Pedro

TEXTO FONTE: Recanto das Letras.
Publicado no Recanto das Letras em 23/10/2008
Código do texto: T1243413

(*) Seu Pedro é o jornalista Pedro Diedrichs, editor do jornal Vanguarda, de Guanambi – Bahia, que acha melhor ter calma, do que aceitar o “carma” como sinônimo de predestinado.

→ A PM errou. Mas quem matou Eloá, afinal? – Texto de PAULO MOREIRA LEITE.

Andava de táxi por São Paulo, outro dia, quando o motorista parou no semáforo, virou-se e  disse:
–O pai da Nayara pode processar a PM.
–Por que?, perguntei.
–Porque eles levaram a menina de volta para o cativeiro.
Concordei com a hipótese. No lugar dele, talvez eu fizesse a mesma coisa. Talvez não.
O certo é que nenhuma autoridade poderia concordar com a idéia de permitir a Nayara que retornasse ao cativeiro.
Mas fiquei incomodado com uma coisa: os olhos de meu interlocutor tinham um brilho acima do normal. Não era vontade de justiça. Era vingança.

O choque da morte de Eloá e do ferimento de Nayara produziram reações muito além da justa indignação.
Não custa lembrar, como fez o comandante da Tropa de Choque, que os tiros que mataram Eloá e feriram Nayara foram disparados por um criminoso, que manteve duas adolescentes por um cativeiro de cinco dias.
Ele, o Principe do Gueto, planejou a ação. Conseguiu um revolver calibre 32. Obteve um saco de balas. Invadiu um apartamento, fez quatro reféns, negociou por 100 horas e depois alvejou as duas meninas – além de fazer disparos na direção de soldados da Polícia Militar e até de jornalistas.
Fez isso sozinho, por conta própria, sem que nada nem ninguém o obrigasse a tomar as atitudes que tomou.
O crime tem um culpado e seu nome é Lindenbergue Alves, 22 anos.
A PM errou? Eu acho que errou.
Na minha opinião, desperdiçou seis oportunidades de alvejar o criminoso e impedir a ocorrência de um assassinato – obrigação que faz parte de suas atribuições legais.
Eu quero saber por que a PM não atirou. A tropa possui atiradores de elite e tem armas apropriadas para acertar um alvo àquela distância. Imagino que são policiais treinados, com segurança para fazer um serviço que envolve margem de risco.
Em pelo menos seis oportunidades o Príncipe do Gueto poderia ter sido alvejado. Não se fez uma tentativa. Não me conformo.
Mas erro é diferente de crime.
Erro precisa ser apurado, investigado e explicado. Pode servir de lição para o futuro.
Crime é outra coisa. E até agora o único criminoso da história é o sequestrador.
Vamos concordar com outra coisa. Pelo menos a metade das personalidades que hoje acusam a polícia de incompetência e omissão estariam enroladas na bandeira da denúncia da violência contra os pobres, do racismo, e etc, caso a PM tivesse alvejado o sequestrador.
Vivemos numa cultura anti-polícia e isso é ruim. Desconfiamos de sua atividade, questionamos sua legitimidade. Este comportamento tem raízes antigas e recentes, que não vale a pena discutir nesta nota. O importante é constatar que essa postura só ajuda os bandidos.
O país precisa de bons policiais, bem treinados e bem equipados, sem receio de cumprir seu dever.
Os erros da PM devem ser apurados e explicados. Seus crimes, quando cometidos, também.
Confundir as duas coisas só ajuda quem prefere um país com a polícia enfraquecida e desmoralizada, incapaz de agir para defender a população. Isso é a terra da impunidade.

→ Aldo, Everaldo e a dupla identidade do pai de Eloá – Texto de PAULO MOREIRA LEITE.

Se alguém puder, explique as linhas tortas, tragédias e encontros da existência humana.

Sob forte emoção, na semana passada Aldo José da Silva perdeu os sentidos durante o cativeiro da filha Eloá Cristina Pimentel, 15 anos e foi levado de maca para se medicado num centro hospitalar nas vizinhanças de sua casa, em Santo André.

Alvejada na cabeça e na virilha, dias depois Eloá foi conduzida ao mesmo lugar e ali morreu.

Dias mais tarde, descobre-se que Aldo José da Silva chama-se Everaldo Pereira dos Santos, e é foragido da polícia alagaona, onde foi acusado de integrar um grupo de extermínio responsável
por várias crimes, inclusive a execução de um delegado de polícia.

Este último crime, de grande repercussão porque envolvia o irmão de um futuro governador de Estado, ocorreu em 1991. Ele fugiu de Alagoas em 1993 e passou os últimos quinze anos com identidade falsa. Só foi identificado agora, dezesseis anos depois. Como?

Graças às imagens da cobertura sobre o sequestro da filha, que o mostraram na maca.
Everaldo era cabo da Polícia Militar de Alagoas. Acusado e perseguido por crimes ligados à “gangue de farda” da corporção, deixou de ser Everaldo para se tornar Aldo, uma mudança de nome que manteve a sonoridade das últimas sílabadas. Deixou o Estado e atravessou o país. Trouxe a família inteira para um pequeno conjunto habitacional Santo André.
Na mudança, veio também Eloá, uma criança de três anos de idade, na época.

No registro civil de Alagoas, a menina chamava-se Eloá Cristina Pereira Pimentel. Em Santo André, o sobrenome do pai, Pereira, foi suprimido. Tornou-se Eloá Cristina Pimentel.

Nove anos mais tarde, Eloá arrumou o primeiro namorado. Quando o namoro terminou, três anos depois, o rapaz ficou inconformado e o fim dessa parte da história dela é conhecida. Sabe-se que alguma coisa aconteceu entre o pai Aldo e o assassino.

Logo depois de dominar Eloá e um pequeno grupo de amigos que estudavam no apartamento, o criminoso conversou com o pai da antiga namorada. “O senhor pisou na bola comigo, seu Aldo” reclamou o sequestrador, pelo celular.
A verdadeira identidade de Aldo jamais fora colocada em dúvida por seus vizinhos em São Paulo. Ele converteu-se ao Evangelho e numa entrevista a CBN disse que “só faz o bem.” Também negou qualquer participação nos crimes.

Ele sempre se manteve discreto durante o cativeiro da filha.

Embora tivesse formação de PM, ficou longe das operações que tentaram salvá-la. Não há notícia de alguma tentativa de colaboração.

Tampouco deu entrevistas.
A televisão nunca exibiu sua imagem naquelas cenas já tradicionais que mostram a destruição dos parentes de vítimas de uma tragédia.

A imagem na maca é totalmente involuntária e apareceu em rede nacional de televisão. Ele não seria visto outras vezes.

Para o Brasil inteiro, era um pai emocionado e hipertenso, tão descontrolado que teve de ser sedado para suportar o drama da filha.
Em Alagoas, era o principal suspeito pela morte do delegado Ricardo Lessa, que era irmão do governador Ronaldo Lessa – e foi metralhado. Até porque se tratava de uma vítima que não era igual a tantas outras, essa morte ficou gravada na memória de muitas pessoas. São dois crimes encadeados, que envolvem um grupo de extermínio montado dentro da PM alagoana.

No primeiro, a vítima foi um preso que se encontrava recolhido num hospital de Maceió – e foi assassinado. No segundo, tombou o delegado que apurava o caso.

Quem foi Aldo? Quem é Everaldo?

No momento, a polícia quer encontrá-lo.

→ É hora da familia de Nayara cobrar R$ 2,5 milhões? – Texto de PAULO MOREIRA LEITE.

Um advogado anunciou que foi contratado pela família de Nayara para entrar com uma ação contra o Estado, para cobrar uma indenização de R$ 2,5 milhões. A mãe da moça explicou que ainda está pensando no caso. É prudente. Este não é o melhor momento para falar em dinheiro.

Verdade que não faltam motivos. O principal é que uma menina de 15 anos foi exposta a um risco desnecessário ao ser levada de volta para o cativeiro. Correu risco de vida, tomou um tiro no rosto e salvou-se no que pode ser definido como um lance de sorte.

Num roteiro típico das combinações que só podem dar errado, dois dias depois de sair do apartamento ela  foi autorizada pelo oficiais responsáveis pela operação a ir até a portaria do prédio para tentar convencer o criminoso a libertar a amiga Eloá.

Acabou se aproximado da porta do apartamento e forçada a entrar.
Diante de um absurdo desses, a familia tem direito de acionar o Estado.
O problema é que o caso está em fase de investigações e depoimentos. Nayara é uma testemunha fundamental para esclarecer que aconteceu, ajudando a definir responsabilidades de cada uma das partes.

Seu testemunho sobre o instante do primeiro tiro pode ser decisivo para esclarecer a cena final da tragédia. Caso decida entrar com a ação, ela torna-se parte interessada.

A partir deste momento, suas palavras podem ser associadas a possibilidade de receber o dinheiro esperado e perder credibilidade em função disso. Como ela aciona o Estado, pode-se alegar que fará o possível para incriminar a PM.

Não é uma boa notícia para quem perdeu uma amiga na tragédia e quer que tudo seja bem esclarecido.

Muito bonita, Nayara foi capaz de demonstrar maturidade e coragem sempre que essas virtudes foram necessárias.

No mundo em que vivemos, o dinheiro também é uma forma de conseguir direitos e reparações. Não questiono esse ponto. Com R$ 2,5 milhões é possível comprar duas dezenas de apartamentos iguais àquele que foi transformado em cativeiro. A vida e o risco de perdê-la, em circunstâncias tão absurdas, não têm preço.

O processo pode aguardar.

Nem Nayara nem sua família precisam ter pressa, no momento.

O que se quer é esclarecer a verdade.

TEXTO FONTE: Época, Paulo Moreira Leite.

 

Veja também: Santo André – SP: Eloá Cristina e Nayara vítimas do seqüesto mais longo da história recebem apoio pelo orkut

Orkut e fotos de Eloá Cristina e Nayara: Vítimas do seqüestro televisionado mais longo da história recebem apoio pelo orkut [Orkut oficial de elooh]

ORKUT: Fotos da Eloá e Nayara no Orkut são bloqueadas a pessoas fora da rede de amigos do Orkut

[ORKUT] Veja aqui fotos de Eloá Cristina sem precisar ter conta no orkut [FOTOS DE ELOÁ EM CASA]

ORKUT: Fotos da Eloá e Nayara só podem ser visualizadas pelos amigos de Ewerton

Suposto Orkut de Lindemberg circula na net, conteúdo é agressivo e divulga fotos de Eloá Cristina em álbum nomeado SÓ A MORTE NOS SEPARA

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13 Responses to “[Caso Eloá e Nayara] Textos de Pedro Diedrichs e Paulo Moreira Leite relatam o seqüestro que comoveu o país”


  1. 1 claudia
    18 de setembro de 2010 às 01:59

    Fiquei mto comovida com caso de eloa e nayara.
    Eloa era uma menina feliz.
    Como todo o brasil,chorei muito com o que aconteceu,foi muito triste acompanhar pela televisao,o sofrimento de eloa.Depois de tudo o que ela passou,ficando presa no apartamento durante 5 dias e sendo agredida,ela nao merecia ter morrido.
    Eloa,vc sempre vai morar em nossos coracoes.

  2. 2 Ana Sabrina
    29 de novembro de 2008 às 10:26

    Olá sinto muito pelo que aconteceu estou torcendo por voçê Nayara!!!!!! bjxz de sua amiga Ana sabrina

  3. 28 de novembro de 2008 às 12:51

    olá o que aconteceu com vcs foi terrível eu choquei quando sube choramos juntas minha familha por vcs duas um beijo que Deus te ilumine Eloá e um bjão para vc e para a Nayara .vcs duas moram em meu ♥♥♥

  4. 4 Marco Aurelio
    5 de novembro de 2008 às 17:58

    Um jovem até então apaixonado, uma adolecente encantada por ter conquistado alguem mais velho, a diferença de idade não parece ser grande, quando tudo corre bem;Mas não deu tudo bem.
    Não estou aqui para criticar ou me aproveitar deste espaço para me auto promover, mas para tentar alertar outros Pais e Mães, para que não sejamos mais uma vez meros espectadores de uma tragedia.
    Uma criança de 12 anos começar a namorar não seria tão grave se o namorado tambem tivesse 12 ou 13 anos, mas com um rapaz de 19 anos é no minimo estranho, é natural que um rapaz de 19 anos procure companias de sua faixa etaria, mesmas ideias, mesma galera, enfim, no meu humilde ponto de vista neste momento desta breve historia Lidenberg já demonstrou ser Inseguro, Imaturo e sujeito as brincadeiras naturais dos colegas, como Papa Anjo, Namorador de berçario, enfim, sem contar que o rapaz já a algum tempo vinha demonstrando ser pocessivo, fato foi dectado pela Mãe mas não teve a atenção necessária, passou despercebido tratava-se de um rapaz trabalhador, querido no bairro, bom de bola; Isto passa!
    A jovem desencantada e talvez cansada de um ciumes doentiu e da privação de sua liberdade resolveu terminar, a gota d’agua a Insegurança, a Imaturidade e a mistura de outros sentimentos não muito nobres como sentimento de posse, Vingança, culminaram por vir a tona.
    O que vou dizer agora não é muito bonito e por isto ninguem divulga, mas digo por conhecimento de causa, na periferia existe a cultura de que se Não for Minha não vai ser de Ninguem.
    Quando vi na TV a meneira como Lindenberg se expressava quando falava de Eloa, “A Mina, Tô desemrolando umas parada, girias usadas pela malandragem e quando alguem diz que vai desenrolar umas parada, quer dizer que tem existe um assunto pendente e que vai ser resolvido de qualquer forma” percebi que axistiam poucas possibilidades de Eloa sair viva daquele apartamento.

    Não sei se me fiz enteder, e peço desculpas aos envolvidos é mais um desabafo

    Peço a Deus que envie Espititos de Luz para receber a dar o tratamento necessário para nossa irmã Eloa

  5. 30 de outubro de 2008 às 19:59

    poderiao resumir mais….
    MAS TA BOM (meajudou mito em meu trabalho escolar ….

  6. 27 de outubro de 2008 às 14:14

    fico maravilhosa a homenagem ela era alegre feliz e

  7. 26 de outubro de 2008 às 19:37

    oi eleá estou com saudades de cv de d++++++++++++++++++++

  8. 8 ANA FREITAS
    25 de outubro de 2008 às 14:51

    E MUITO TRISTE VER UMA SITUAÇAO DESSA , POBRE FAMILIA QUE PERDEU UM FILHO E VIVEU MOMENTO A MOMENTO .
    SINCERAMENTE OS MEUS PESAMOS .
    ELA ERA TAO NOVA , 15 ANOS NAO DEVIA TER ACONTECIDO ISTO.
    MAS UMA PERGUNTA ELA TINHA 15 ELE 22 NAO ERA PEDOFILIA ???? OS PAIS NAO DIZIAM NADA ??? DEIXO O MEU EMAIL SE QUISEREM RESPONDER .
    DO FUNDO DO MEU CORAÇAO .

    OS MEUS SENTIMENTOS , ANA FREITAS.


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