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[TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL INFANTIL] A Natureza da Ansiedade em Crianças e Adolescentes

A NATUREZA DA ANSIEDADE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

O medo é uma experiência humana universal; para crianças, adolescentes e adultos ele pode servir como uma resposta adaptativa em muitas situações. Os medos em jovens são comuns, transitórios e sua aparência e resolução podem ser vistas como parte de um processo de desenvolvimento normal. Assim, a mera presença de medos não é um indicador de psicopatologia, podendo, frequentemente, ser necessários ao desenvolvimento normal. Em outros momentos, as reações de medo e ansiedade podem ser um impecílio ao desenvolvimento. As diferenças entre medo, fobia e ansiedade são importantes para clarificar o quadro diagnóstico. O medo é visto como uma resposta a uma experiência circunscrita de ameaça, em oposição à ansiedade, que é considerada uma resposta menos diferenciada a um estímulo difuso. As fobias são medos severos e implicam em padrões comportamentais de fuga persistente. Os medos são parte do desenvolvimento normal e emergem e recuam inteiramente. Uma categoria separada das desordens de ansiedade foi introduzida no DSM II. Três subtipos foram identificados: Desordem de Ansiedade de Separação, Desordem de Fuga e Desordem de Ansiedade Excessiva. Embora as desordens possam se sobrepor, cada subtipo tem características distintas. A Ansiedade de Separação envolve ansiedade em relação à antecipação da separação de crianças mais velhas ou da figura de ligação. Ela inclui perigo iminente e preocupação com a morte que resulta em atividade reduzida longe de casa. Timidez extrema e afastamento de novas situações ou pessoas caracterizam a Desordem de Fuga, onde a ansiedade é mais forte e cotidiana, permanecendo além do período de desenvolvimento. A Desordem de Ansiedade Excessiva é uma ansiedade generalizada que inclui medo de avaliação, auto-consciência e ruminação acerca do passado ou futuro, Do ponto de vista clínico, em oposição ao empírico, muitos consideram estas distinções passíveis de mudanças.

Vários dados sugerem que a mudança no conteúdo dos medos, ao longo do tempo, reflete a crescente experiência da criança do mundo e o aumento de sua percepção da realidade. Os medos das crianças envolvem desde conteúdos globais imaginários, incontroláveis (monstros) até conteúdos específicos, diferenciados e realistas, tais como aceitação social e desempenho escolar . Os medos podem ser uma forma de a criança lidar com obstáculos com os quais ela se confronta . Além das mudanças de desenvolvimento no conteúdo do medo, mudanças quantitativas também ocorrem. Em geral, a pesquisa sugere um decréscimo no número de medos com o aumento da idade . Mas, mesmo adolescentes mais velhos (16-18 anos) relatam medos. Diferenças sexuais no número de medos foram descobertas. Tanto relato materno quanto auto-relato mostraram uma prevalência maior de medos entre meninas (Bauer, 1976; Lapouse e Monk, 1959; Olledick et. al., 1985). Entretanto, expectativas de papéis sexuais ou outros fatores socioculturais podem determinar estes relatos (Bauer, 1976; Ollendick et. al., 1985).

Apesar da idade e nível de desenvolvimento ditarem algumas dimensões dos medos infantis, as diferenças individuais existem. Campbell (1986) propôs que influências como temperamento, contexto e experiência passada podem determinar a forma que os medos assumirão ( pesadelos, medo de molhar a cama, acessos de raiva, afastamento social, comportamento agressivo).

Os clínicos e pesquisadores vêem a ansiedade infantil como um constructo multidimensional que possui manifestações fisiológicas, comportamentais e cognitivas. As respostas motoras na ansiedade são importantes e têm sido objeto de pesquisa (Barrios e Hartmann, 1988). Os componentes motores comuns da ansiedade incluem fuga, voz trêmula, postura r;ígida, choro, roer unha e chupar dedo (Barrios e Hartmann, 1988). As reações fisiológicas incluem: aumento na atividade nervosa automática, transpiração, dor abdominal difusa (“borboletas no estômago”), rubor, necessidade urgente de urinar, tremor e desconforto gastrointestinal (ver também Barrios e Hartmann, 1988). Uma variedade de pensamentos de crianças ansiosas têm sido descritos; estes incluem pensamentos de ser assustado ou ferido, pensamentos de auto-crítica, ou pensamentos de perigo. Entretanto, até recentemente, poucos trabalhos empíricos têm examinado as cognições em crianças clinicamente ansiosas. Francis (1988), em sua recente revisão das cognições de crianças ansiosas, concluiu que “nenhuma afirmação definitiva sobre as cognições de crianças ansiosas pode ser feita”(p.276). Estudos usando amostras não clínicas de medos circunscritos, como teste de ansiedade (Zatz e Chassin, 1983, 1985), ansiedade de separação (Prins, 1986), ou ansiedade de dentista (Prins, 1985), descobriram que alta ansiedade está associada com cognições auto-referentes negativas. Exemplos incluem: “Eu vou estragar tudo”, “Eu vou me ferir novamente”. Já baixa ansiedade está associada com uma frequência menor de pensamentos negativos, o que Kendall (1984) chamou de “poder do pensamento negativo”. Usando uma escala desenvolvida recentemente, Kendall e Ronan (1990b) identificaram um conjunto de auto-afirmações que caracterizam as crianças ansiosas.

Kendall (1985) propôs, ainda, a distinção entre distorções cognitivas e deficiências cognitivas na conceitualização da psicopatologia infantil. As deficiências referem-se a uma ausência de pensamento onde seria benéfico (e. g., agir antes de pensar). Os déficits no processamento de informação envolvem uma falha da criança em se engajar na previsão e planejamento da ação. As distorções refrem-se a um processo disfuncional de pensamento (e. g., exagerar uma ameaça ao eu). Na processamento distorcido da informação, o indivíduo está atento para as questões sociais ou do meio ambiente e está processando ativamente estes dados, mas o processamento é disfuncional (distorcido) e desadaptativo. As separações baseadas nestes critérios ajuda a clarificar a natureza da disfunção cognitiva em uma série de desordens psicológicas. Por exemplo, as crianças ansiosas parecem preocupadas com as avaliações sobre si e sobre os outros e com a probabilidade de uma série de consequências negativas. Elas parecem compreender erradamente as demandas do meio ambiente. Ao mesmo tempo, elas não parecem ser deficientes no processamento da informação.

A avaliação e tratamento das desordens infantis tem uma característica única: o processo de avaliação deve levar em conta as mudanças decorrentes do desenvolvimento da criança ao longo de sua vida. As mudanças cognitivas, socioemocionais e biológicas são diferentes numa criança de 8 ou 9 anos em relação a uma criança de 12 ou 13 anos. Já o tratamento cognitivo-comportamental dessas desordens infantis segue certos parâmetros que discutiremos em outro artigo, porém, via de regra, está voltado para um enfoque sintomatológico, comportamental e cognitivo, e, ao mesmo tempo, inclui uma orientação psicológica aos pais e/ou pessoas significativas da vida da criança.

Resumo baseado em TRATANDO AS DESORDENS DE ANSIEDADE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES (Philip C. Kendall. Tamar E. Chamsky, Michael Freidman, Ray Kim, Elizabeth Kortlander, Frances M. Sessa e Lynne Siqueland)

Fonte: KENDALL, P. C. (ed.) Child & Adolescent Therapy. Cognitive-Behavioral Procedures. New York, Guilford Press, 1991.

FONTE RESUMO: DENISE AMORIM RODRIGUES – NPCC.

E-mail: npcc@npcc.com.br

TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL PARA CRIANÇAS

Nem sempre infância significa um período livre de preocupações e sofrimento. Não raramente os pequenos chegam aos consultórios de psicologia quando apresentam problemas que ultrapassam o entendimento dos pais e da escola.

Sabe-se que dificuldades são desafios inerentes ao crescimento, mas é necessário atenção aos sinais que indicam que os problemas podem estar prejudicando o desenvolvimento normal.

Muitas vezes a morte de um familiar querido, a separação dos pais, mudança de cidade, chegada do irmãozinho, são suficientes para provocar sofrimento na criança. Brigas constantes, desobediência e agressividade podem corroer as relações entre pais e filhos e criar um círculo vicioso de agressão e culpa. Dentro deste contexto, muitos pais procuram a Terapia Comportamental Infantil.

A Psicoterapia Cognitivo-Comportamental Infantil visa desenvolver, na criança, meios para que ela possa lidar com o mundo a sua volta de forma saudável. Com o compromisso de ajudar a família a interagir e a participar de todos os processos de aprendizagem pelos qual a criança passará e promover o bom relacionamento entre pais e filhos.

Geralmente, os encaminhamentos são feitos por pais, professores e familiares quando estes observam alta freqüência de comportamentos disfuncionais tais como morder, gritar, chorar, destruir objetos, chutar e empurrar pessoas, mentir ou roubar. Outras crianças chegam porque têm dificuldades para fazer amigos, são muito quietas, tímidas, ansiosas, muito tristes ou agitadas. Crianças que adoecem muito, que não obedecem aos pais, que desenvolveram obesidade, que têm enurese noturna, aquelas que têm dificuldades de aprendizagem ou de atenção também podem ser ajudadas pela psicoterapia cognitivo-comportamental infantil.

Durante a terapia o atendimento é feito de maneira delicada e lúdica onde a criança pode sentir-se à vontade com atividades adaptadas para sua faixa etária tais como pinturas, desenhos, jogos e histórias, com o objetivo de criar uma relação de afeto e confiança entre a criança e o terapeuta. As sessões são oportunidades para que ela fale de seus medos, seus desejos, pensamentos e sentimentos, assim como torna possível que o terapeuta observe seus comportamentos e desenvolva na criança novas habilidades comportamentais.

O trabalho do terapeuta na psicoterapia cognitivo-comportamental infantil estende-se aos familiares e à escola. As relações que a criança estabelece com as pessoas próximas em sua vida são extremamente importantes no processo de aprendizagem. Isto significa que para haver mudanças comportamentais na criança, a família e as pessoas que a cercam também precisam mudar. Durante este processo os pais fazem parte do foco de intervenção e é sua tarefa observar as circunstâncias nas quais os comportamentos dos filhos ocorrem e as conseqüências dos mesmos, tentando fazer relações funcionais que serão discutidas com o terapeuta, assim como observar seu próprio comportamento e entender de que forma os pais podem estar contribuindo para a manutenção do problema.

Uma infância saudável é essencial para o desenvolvimento pleno do adulto. Perante tantas mudanças sociais e familiares que temos enfrentado atualmente, é essencial que o adulto esteja atento às necessidades psicológicas das crianças. Diante das dificuldades, o processo terapêutico pode ser um grande aliado no resgate da saúde mental das crianças e das relações de afeto entre pais e filhos.

FONTE: Terapia CC-BRASIL.


13 Responses to “[TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL INFANTIL] A Natureza da Ansiedade em Crianças e Adolescentes”


  1. 1 Flavia
    9 de dezembro de 2012 às 19:02

    olá! Estou iniciando agora na área da psicologia atendendo crianças.Gostaria que pudessem me diponibilizar textos quepossam me ajudar na orientação de pais. Obrigada!

  2. 2 inês Nunes
    1 de junho de 2012 às 12:41

    Ola..Queridos, sou avó e estou acabando o curso de licenciatura em pedagogia, gostei do assunto, pois tenho netos, é muto bom poder lidar com eles como avó terapêuta.. Abraço.

  3. 3 FLÁVIA G. PEREIRA RODRIUES
    27 de novembro de 2011 às 06:53

    BOM DIA!
    ESTOU MONTANDO UMA CLÍNICA DE PSICOLOGIA ONDE DESEJO TRABALHAR COM CRIANCAS NA LINHA DA TERAPIA COGNITIVA COMPORTAMENTAL, GOSTARIA QUE SE POSSÍVEL VC ME PASSASSE ALGUNS LIVROS QUE VC JULGA ESSENCIAL PARA LEITURA E TAMBÉM OS PRINCIPAIS TESTES QUE DEVO COMPRAR PARA DAR INICIO AO MEU TRABALHO, DESDE JÁ AGRADEÇO,
    FLÁVIA

  4. 4 Josy
    11 de agosto de 2011 às 23:15

    Oi Denise, sou psicóloga e atendendo crianças na abordagem TCC. Gostei muito dos textos, estão sendo bem úteis para meus atendimentos.
    Gostaria de receber por email textos sobre TCC com crianças e se puder me enviar texto sobre enurese noturna e seu tratamento com TCC.
    Beijos
    Josy
    email: josemary6@hotmail.com

  5. 5 nina
    1 de agosto de 2011 às 21:17

    Olá, sou mãe de uma menina de 06 anos. Sempre achei que minha filha era muito agitada e há um mês resolvi procurar uma neuropediatra para avaliá-la, que diagnosticou TDAH. Ainda não comecei o tratamento pois a psicóloga que ela me indicou não tinha horário e estou no aguarde. Ela disse que minha filha não precisa por enquanto tomar medicamento. As férias acabaram e começaram os compromissos, minha filha faz Kumon e está no 1º ano do ensino fundamental. Não sei porque mas acho que ela tem piorado. Tenho sentido ela cada vez mais desatenta e esquecida.Estou tendo muitas dificuldades com ela. Hoje por exemplo ela levou tempo demais fazendo a atividade de casa. Coisa que antes era diferente.
    Será que a terapia poderá ajudá-la? Estou muito preocupada e perdendo muito a paciência com ela.

    • 6 Cirléia
      13 de janeiro de 2016 às 12:11

      Olá! estava pesquisando na internet sobre ansiedade e vi sua preocupação. Estou tendo um problema bastante parecido com meu filho. Ainda não tenho diagnóstico fechado, mas acho que é ansiedade. Ele também faz kumon e leva mais de uma hora pra fazer, o que não acontecia antes. Também fico sem paciência. Você poderia compartilhar comigo como foi o tratamento de sua filha, se o kumon ajudou ou atrapalhou e como você conseguiu superar tudo isso.

  6. 7 marta teixeira
    16 de junho de 2011 às 15:12

    Gostaria de receber textos sobre TCC Infantil, Adolescente e Adultos. Cursos em TCC tenho interesse em realizar. Um abraço!

  7. 8 silvia
    3 de maio de 2011 às 11:18

    Boa tarde,

    Sou mãe de uma menina de 8 anos que foi diagnosticada com ansiedade. Desde 1 ano que ela faz tiques motores, tem grandes mudanças de humor, muita irritabilidade e baixa auto-estima. Sempre associei a “birras” da idade, mas a nível familiar começou a afectar toda a família. Agora está a ser seguida por um pedopsiquiatria e está a tomar risperidona (1mg à noite) e é acompanhada semanalmente por uma terapeuta.

    Estou muito preocupada. Será que me podem indicar algum grupo de apoio para crianças com este problema ou literatura que me possa ajudar? Ela também está a engordar imenso devido ao medicamento, o que me assusta ainda mais. E a minha questão é a seguinte: será que ela poderá ter uma vida normal sem estar medicada?????

    Por favor, agradeço a vossa ajuda.

  8. 9 vivian
    9 de julho de 2010 às 19:03

    Olá, boa noite.

    Estou em busca de conhecimento para ajudar minha filha, pois não tenho condições de pagar uma terapia para ela atualmente.

    Gostaria de agradecer pelas informações postadas.

    Um abraço,
    Vivian.

  9. 11 adriana
    27 de maio de 2010 às 18:15

    Oi, Denise, parabéns pelos textos! Sou psicologa cognitivo-comportamental, se não me engano vc foi uma das minhas professoras da pós. Desejo muito fazer um curso em TCC infantil. Gostaria que vc me retornasse o e mail, me informando sobre cursos. Um abraço, Adriana.

    • 29 de maio de 2010 às 19:07

      Bem, não sou a Denise e por isso não tem como ela ver o seu e-mail se não escrever na mensagem… só eu vejo.
      Então, se quiser deixe o seu e-mail no campo da mensagem, quem sabe ela leia e responda?!

      PAZ

  10. 11 de maio de 2010 às 19:27

    Sou psicologo e gosto muito de tratar de temas relacionados a infância e juventude, pois minha experiência profissional me levou para atender essa demanda por um bom tempo.

    parabéns pelos textos!!!

    abs,

    josé carlos.


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Aspiro com o dia em que não incomodarei as pessoas com minha sinceridade. No dia em que as pessoas não terão medo e nem vergonha de expor sua essência – dizer o que realmente pensam e querem. O fim da hipocrisia, do sujeito oblíquo. Com calma caminho em busca de um futuro melhor, e não espero por coisas fáceis. Sou chata, brega, amiga, leal, fiel, prestativa, distraída, esquecida, impulsiva, falante, extravagante, extrovertida, medrosa, extremamente ansiosa, normalmente curiosa e tolerante, as vezes envergonhada. Mensageira da esperança, da palavra amiga. Admiro quem anda sozinho, mas não consigo. Fico feliz quando vejo um sorriso, quando o sonho se torna realidade mesmo q não seja meu. Satisfeita ao ver um casal de velhinhos em um restaurante, de mãos dadas. Choro quando assisto TV, quando sofro decepção, quando decepciono alguém e por saber que o mal está solto. Mas tranquila e muito feliz por saber que acima de tudo Deus existe, que é Amor, Justo, Fiel, Onipotente e Onipresente. Não tenho a família de meus sonhos, porém tenho força de vontade para criar uma, todos os passos são cuidadosamente analizados e percebo hoje que estou em uma posição muito a frente dos meus sonhos mais simples. Com a Graça de Deus Celestial. E com a certeza que Deus nunca me abandonou! Com a benção Dele, sinto que realizarei e viverei mais que sonhos. Desejo ver meus filhos crescer e que sejam felizes, ter mais filhos e adotar quando possível. Quero uma família grande, unida e repleta de paz e amor. Desejo que as pessoas conheçam a Paz, o Amor e o Poder que somente nosso Deus tem e pode nos dar. Desejo uma casa, no quintal: animais e um pé de jambo. Bem longe do Rio de Janeiro. Mas Deus sabe o que é melhor para mim. Afinal, sou mais que uma vencedora! Fui escolhida em uma corrida de milhões, fui vitoriosa e gerada. Gerei filhos saudáveis e lindos, perfeitos aos olhos de Deus, aos meus olhos... e verdadeiros Presentes Divinos em minha vida.

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